Acompanhando online o debate de presidenciáveis pela internet uma questão em particular me chamou bastante atenção: A da constituinte exclusiva. Imagino que todos nós estamos cansados do blablabla dos temas "normais" da política. Mas a Dilma e Marina tocaram no assunto. A marina mais veementemente dizendo: "Nossa proposta é que pode integrar um esforço de todos os partidos para que saiam do papel pela Constituinte exclusiva."
Como não sabia do que se tratava fui ao oráculo e descobri que Constituinte exclusiva é: "Assembléia Constituinte exclusiva é uma representação composta por não-políticos e principalmente de professores universitários, de entendedores de política, cientistas políticos, professores de direito constitucional, etc, para representarem a Nação."
Ou seja, depois de uma eleição, teríamos que ter uma outra eleição para eleger os que integrariam a constituinte e depois fazer esse gigantes trabalho que é uma constituição. E depois novas eleições para eleger políticos "normais" pois esses da tal constituinte não são políticos e voltariam para suas profissões pós constituinte.
Isso tudo em quanto tempo?? Com a morosidade da política brasileira, 4 anos.
E outro aspecto, vai sugerir aos políticos que estão hoje no poder entregar todo o poder para outras pessoas?? Assim? do nada?? e alem disso, vivemos em uma sociedade a qual grupos de interesse (seja políticos e economicos) existem e fazem pressão para com os seus interesses. Grupos que depositam milhoes e milhoes nas campanhas no caixa 1 e no caixa 2, vão deixar isso acontecer??
Penso que é em um momento de eleição e não um momento de revolução. Sem contar que juridicamente é discutível pois pelo que encontrei no oráculo, uma constituinte deve ser feita somente em momentos de rudtura institucional. Com foi em 64 e na redemocratização. Ou seja, a ideia em si já é questionável.
Poiticamente falando, acho arriscado nesse citar esse ponto. Principalmente para a Dilma pois quem está na frente é ela e ela tem muitos votos a perder.Sabemos que nossa política tem um nível mto baixo e podem acusar ela de "golpe" e outros blablablas. A Marina não tem muito a perder. Serra nesse ponto foi pragmatico e disse que gosta do gradualismo.
Em relação ao resto do debate acho a Marina usando palavras bonitas demais. Como se não tivesse conteudo e querendo passar um ar de polida. Ela fala em fazer "um alinhamento historico". Fico em dúvida se é a melhor estratégia pois o povão não vai entender muito o que ela ta falando.
Marina mandou bem em relação a salada de números que os outros candidatos falam. Parece coisa pra impressionar. Gostei dessa fala dela e da Dilma quando perguntada se não foi ela A que sobrou de tantas denuncias de corrupção do PT. Ela seria a única candidata possível/restante do partido. Arrancou risdas do povo do PSDB mas se saiu bem, principalmente porque não é uma pergunta "enlatada" como a maioria das perguntas desse debate. De bom isso, de ruim o vício da Dilma de usar muitas vezes o "Nós" em relação ao governo/lula. Para mim ainda está dificil de observar aonde que ela se difere do lula. Pois quem vai sentar na cadeira é ela ou o lula vai ter que estar sempre ao lado pra dar orientação?? Acho que precisa encontrar o meio termo entre o que "nós fizemos no governo" e o que "eu vou fazer" no meu governo.
De resto blablabla tradicional de debate!!!
:D
Espaço para divagar sobre coisas da vida, mas sempre mantendo o prisma do economista..espero gerar dúvidas, indagações, muito mais do que certezas...ou simplesmente fazer perderem o tempo de vcs =P
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Dia de quem?? do Economista!!!!
13 de agora: Dia do Economista. Na nossa formação temos contato com uma verdadeira salada de frutas economomicas: Clássicos, neoclassicos, novos classicos, keynesianos, pos-keynesianos, ricardianos, neo ricardianos, marxistas, regulacionistas franceses e ingleses, sraffianos, monetaristas, austriacos, historicos alemães, marginalistas,industriais,institucionalistas (novo e velho), desenvolvimentista, cepalisnos, estruturalistas,(neo)schumpeterianos...ufa!!!! esqueci de alguem???? isso só pra citar correntes e não nomes.
E aí sai da faculdade e você se pergunta: mas que raios de economista eu sou??? Tenso responder isso. Realmente difícil, como me disse uma vez minha guru na economia: "Sabe como é diego, você sai da faculdade maios ou menos tendo noção das coisas".
Mesmo assim, gosto da definição de que o economista precisa saber "Compreender de que forma as sociedades usam seus recursos materiais e humanos, com vistas a produzir e distribuir bens e serviços"
Tendo como isso de meta, vejo que um BOM economista precisa der meio que "pau pra toda obra". Precisa saber historia, política, estatistica/econometria, visão sobre incentivos econômicos, e principalmente ter muita sensibilidade. Vamos supor que um economista já tenha um razoável conhecimento teórico, sobre diversas teorias (ok! isso já é coisa pra caramba!!), então cabe a ele olhar a realidade e ter a sensibilidade de observar qual teoria tem maior aderência com realidade que esta observando. Ou seja, ver a realidade e identificar a teoria mais adequada e não ver a teoria e tentar adequa-la a realidade. Isso é aonde muitos pecam.
Assim o economista tem um arsenal teórico incrivel mas ao mesmo tempo com uma linha muito tênue do que usar e não usar, da coerência e incoerência.
Como diz o velho ditado: Dois economistas, três opiniões!!! =D
FELIZ DIA DOS ECONOMISTAS!!!
E aí sai da faculdade e você se pergunta: mas que raios de economista eu sou??? Tenso responder isso. Realmente difícil, como me disse uma vez minha guru na economia: "Sabe como é diego, você sai da faculdade maios ou menos tendo noção das coisas".
Mesmo assim, gosto da definição de que o economista precisa saber "Compreender de que forma as sociedades usam seus recursos materiais e humanos, com vistas a produzir e distribuir bens e serviços"
Tendo como isso de meta, vejo que um BOM economista precisa der meio que "pau pra toda obra". Precisa saber historia, política, estatistica/econometria, visão sobre incentivos econômicos, e principalmente ter muita sensibilidade. Vamos supor que um economista já tenha um razoável conhecimento teórico, sobre diversas teorias (ok! isso já é coisa pra caramba!!), então cabe a ele olhar a realidade e ter a sensibilidade de observar qual teoria tem maior aderência com realidade que esta observando. Ou seja, ver a realidade e identificar a teoria mais adequada e não ver a teoria e tentar adequa-la a realidade. Isso é aonde muitos pecam.
Assim o economista tem um arsenal teórico incrivel mas ao mesmo tempo com uma linha muito tênue do que usar e não usar, da coerência e incoerência.
Como diz o velho ditado: Dois economistas, três opiniões!!! =D
FELIZ DIA DOS ECONOMISTAS!!!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
"humanização" dos economistas....
Na última terça feira estive presente numa colação de grau de uma turma de enfermagem. Em todos aqueles discursos em relação a profissão. Aquele auto-vangloriamento comum em todas as colações de todos os graus possíveis. No meio disso, uma coisa me chamou bastante atenção: Desde cedo as meninas (entrar na faculdade com 18 anos) se acostumaram a ter o contato com a vida, sofrimento, dor, morte de pessoas reais. Tiveram contato com a vida real em uma de suas facetas mais claras, pra não dizer mais chocantes. E isso é importante para dar a noção de quão importante é a profissão delas.
Mas que raios isso tem a ver com os economistas e sua formação????
Durante a faculdade ficamos muito prezos a otimizações de utilidade (seja la o que isso for), cambio, juros, PIB, otimizações de uma função de bem estar social seja lá qual for....algo sempre muito longe do humano, do ser humano. Não estou dizendo que isso é desnecessário, é algo muito importante para o "adestramento/formação" teórica do economista. Mas ao fim da faculdade, muito mal discutimos concentração de renda, pobreza, como problemas de alocação de investimentos inflencia relativamente o bem estar da vida das pessoas??? é mais importante para a vida um investimento em um porto ou em rede básica de esgotos? os economistas teriam um meio de avaliar isso? se economista é especialista na alocação de recursos escassos, deveríamos ter essa resposta. Se um economista faz uma barbeiragem numa empresa, pessoas são demitidas. E o impacto na vida dessas pessoas?? será que a formação do economista deu a ele a entender o quão importante é esse impacto?? sinceramente acho que não. Apenas estamos maximizando blablabla. Se tivemos períodos de alta inflação, que age como um imposto regressivo, isso impacta negativamente os mais pobres, temos noção disso?
Algo sempre me irritou em economia: no longo prazooooooooo as economias se desenvolverão....no longo prazo seremos desenvolvidos. aí eu me pergunto: pra que que isso serve se no longo prazo eu estarei morto???
Enfim, tenho a nítida impressão que se os economistas fossem mais humanos nos seus objetivos, ou seja, mais diretos no que realmente importa: no bem estar das pessoas, teríamos uma sociedade com um nível de bem estar melhor pois não perderíamos tempo com coisas "não importantes" para a sociedade.
Mas que raios isso tem a ver com os economistas e sua formação????
Durante a faculdade ficamos muito prezos a otimizações de utilidade (seja la o que isso for), cambio, juros, PIB, otimizações de uma função de bem estar social seja lá qual for....algo sempre muito longe do humano, do ser humano. Não estou dizendo que isso é desnecessário, é algo muito importante para o "adestramento/formação" teórica do economista. Mas ao fim da faculdade, muito mal discutimos concentração de renda, pobreza, como problemas de alocação de investimentos inflencia relativamente o bem estar da vida das pessoas??? é mais importante para a vida um investimento em um porto ou em rede básica de esgotos? os economistas teriam um meio de avaliar isso? se economista é especialista na alocação de recursos escassos, deveríamos ter essa resposta. Se um economista faz uma barbeiragem numa empresa, pessoas são demitidas. E o impacto na vida dessas pessoas?? será que a formação do economista deu a ele a entender o quão importante é esse impacto?? sinceramente acho que não. Apenas estamos maximizando blablabla. Se tivemos períodos de alta inflação, que age como um imposto regressivo, isso impacta negativamente os mais pobres, temos noção disso?
Algo sempre me irritou em economia: no longo prazooooooooo as economias se desenvolverão....no longo prazo seremos desenvolvidos. aí eu me pergunto: pra que que isso serve se no longo prazo eu estarei morto???
Enfim, tenho a nítida impressão que se os economistas fossem mais humanos nos seus objetivos, ou seja, mais diretos no que realmente importa: no bem estar das pessoas, teríamos uma sociedade com um nível de bem estar melhor pois não perderíamos tempo com coisas "não importantes" para a sociedade.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Monopólio, Flamengo e o caso Bruno
Vamos divagar, qual que seria a melhor posição de mercado para uma empresa??? Fácil: monopólio!! Observando atentamente as pessoas podemos ver que elas mudam de conjuge, cidade, estilo e até de sexo. Mas é incrível como nunca conheci alguem que mudou de time. "Ahh..eu era botafogo e agora sou flamengo" Isso não existe. Ou seja, cada clube de futebol tem, enquanto empresa, potencial consumidores perfeitos. Não existe concorrencia potencial para seus produtos. Com isso temos a correlação direta que quanto maior a torcida maior o potencial a ser explorado pelos clube. Ou seja, o clube com maior potencial de ganhos é o Flamengo pois tem a maior torcida. Vão falar: "Mas na torcida do flamento tem muitos pobres!" Observando os dados vemos que em números absolutos o flamengo tem mais torcedores em todas as faixas salariais. Ou seja, tem o maior potencial financeiro. Assim o Flamengo teria o maior produto potencial do país.
Um clube de futebol tem dois principais ativos: O tangível e o intangível. Ambas não são absolutamente separáveis. O tangível seria seus torcedores/consumidores. Para uma elasticiadade renda de cada torcedor (e cada faixa salarial tende a ter uma determinada elasticidade), ele irá consumir uma "quantidade de Flamengo" que gera $$ ao clube. E caberia ao clube extrair o máximo de seu lucro de monopolio. O intangível do clube seria a história, títulos e principalmente os ídolos. Quanto vale uma camisa do flamengo? Mas e a camisa 10, vale quanto? Ou seja, quanto mais ídolos mais $$ o clube pode conseguir. Ou seja, o intangível impacta o tangível. Com isso, chegamos ao caso Bruno. Se bonzinho ou errado, não quero discutir isso aqui. A minha posição é que a exposição ruim que o goleiro do FLAMENGO gerou para a instituição é de longe uma das maiores "retrações do PIB potencial do Flamengo". o quão, em termos financeiros, o goleiro do Hexa jogou o nome do flamengo na lama e com isso perde-se oportunidade de negócios, patrocínos é algo que talvez não tenhamos como mensurar. Mas com certeza, acredito eu, que é algo mais que suficiente para que o flamengo (enquanto empresa) possa dar uma justa causa no Bruno. Já que fez a instituição perder potencialmente dinheiro.
SRN
Um clube de futebol tem dois principais ativos: O tangível e o intangível. Ambas não são absolutamente separáveis. O tangível seria seus torcedores/consumidores. Para uma elasticiadade renda de cada torcedor (e cada faixa salarial tende a ter uma determinada elasticidade), ele irá consumir uma "quantidade de Flamengo" que gera $$ ao clube. E caberia ao clube extrair o máximo de seu lucro de monopolio. O intangível do clube seria a história, títulos e principalmente os ídolos. Quanto vale uma camisa do flamengo? Mas e a camisa 10, vale quanto? Ou seja, quanto mais ídolos mais $$ o clube pode conseguir. Ou seja, o intangível impacta o tangível. Com isso, chegamos ao caso Bruno. Se bonzinho ou errado, não quero discutir isso aqui. A minha posição é que a exposição ruim que o goleiro do FLAMENGO gerou para a instituição é de longe uma das maiores "retrações do PIB potencial do Flamengo". o quão, em termos financeiros, o goleiro do Hexa jogou o nome do flamengo na lama e com isso perde-se oportunidade de negócios, patrocínos é algo que talvez não tenhamos como mensurar. Mas com certeza, acredito eu, que é algo mais que suficiente para que o flamengo (enquanto empresa) possa dar uma justa causa no Bruno. Já que fez a instituição perder potencialmente dinheiro.
SRN
Internet: Redutor ou promotor de desigualdade??
Muitas pessoas/pesquisadores/políticos propagam a ideia de que para minorar as desigualdades sociais é necessário extender o acesso a internet a todos. Isso é muito observado, por exemplo, na instalação de computadores em escolas e favelas.
Entendo que o maior causador de desigualdade é a dificuldade ao acesso. Ou seja, o acesso ruim a uma educação de qualidade que não traz oportunidadas, a falta de acesso a meios formais de emprego, acesso a informação de boa qualidade.
A falta de acesso a alguma coisa gera desigualdade entre partes. Mas por que uma classe/parte tem acesso prioritário em relação a outras? No nosso país, chuto que seja renda a resposta. Classes com rendas mais elevadas tem acesso a novas informações e meios mais modernos de atuação.
Assim, considerando por exemplo, 1990, ano em que ainda não tinha ocorrido a explosão de consumo internet/computadores no Brasil. Para uma pessoa normal, procurar emprego, informações gerais, o meio mais normal era o jornal impresso (que aos poucos vai deixando de existir, vide JB). Com a internet, as classes mais ricas tiveram acesso primeiro em relação aos mais pobres. Ou seja, para um dado tamanho da desigualdade no acesso, esse tamanho aumentou. Com isso a promoção de internet agora realizada tem como efeito corrigir esse aumento da lacuna. Isso só demonstra o quão rígido é a institucinalidade pública/política para entender as mudanças no mundo real para que possíveis mudanças na sociedade gerem "excluídos". Sim. Podemos dizer que as políticas deveriam ser mais "just in time". Analisar o hoje e o possível amanha da sociedade nunca foi o forte dos nossos governos.
Com isso chego ao ponto, que ao lermos notícias, devemos relativizar as coisas. Se temos avanços, ótimo. Mas temos que nos perguntar: avanço a que?? e estamos corrigindo problemas ou de fato avançando? Sim, vamos ser mais exigentes nas políticas. Pois quanto mais exigentes formmos, mais rapidamente nossa sociedade vai conseguir progredir de fato e não apenas ajustar problemas.
Outro ponto a questionar é que, depois do acesso, ricos e pobres (estou colocando nessa dicotomia para deixar mais explícito) acessarão igualitariamente a internet? Muito provavelmente não. Aí, em um chute meu (economistas adoram fazer isso =D), que a qualidade do material acessado deve ser positivamente correlacionado com a educação das pessoas. Ou seja, a desigualdade é corrigida de certa forma mas exposta em mais uma dimensão. A educação das pessoas.
Enfim, divaguei sobre o tema para voltar para a minha ideia sobre políticas, cobranças sobre o poder público e a minha principal opinião em relação a desigualdade social no Brasil. A educação está em sua causa primordial. Por isso votei no Cristovam Buarque para presidente nas últimas eleições e fico triste por ele não estar concorrendo agora.
Espero ter complicado mais do que ajudado =P
Entendo que o maior causador de desigualdade é a dificuldade ao acesso. Ou seja, o acesso ruim a uma educação de qualidade que não traz oportunidadas, a falta de acesso a meios formais de emprego, acesso a informação de boa qualidade.
A falta de acesso a alguma coisa gera desigualdade entre partes. Mas por que uma classe/parte tem acesso prioritário em relação a outras? No nosso país, chuto que seja renda a resposta. Classes com rendas mais elevadas tem acesso a novas informações e meios mais modernos de atuação.
Assim, considerando por exemplo, 1990, ano em que ainda não tinha ocorrido a explosão de consumo internet/computadores no Brasil. Para uma pessoa normal, procurar emprego, informações gerais, o meio mais normal era o jornal impresso (que aos poucos vai deixando de existir, vide JB). Com a internet, as classes mais ricas tiveram acesso primeiro em relação aos mais pobres. Ou seja, para um dado tamanho da desigualdade no acesso, esse tamanho aumentou. Com isso a promoção de internet agora realizada tem como efeito corrigir esse aumento da lacuna. Isso só demonstra o quão rígido é a institucinalidade pública/política para entender as mudanças no mundo real para que possíveis mudanças na sociedade gerem "excluídos". Sim. Podemos dizer que as políticas deveriam ser mais "just in time". Analisar o hoje e o possível amanha da sociedade nunca foi o forte dos nossos governos.
Com isso chego ao ponto, que ao lermos notícias, devemos relativizar as coisas. Se temos avanços, ótimo. Mas temos que nos perguntar: avanço a que?? e estamos corrigindo problemas ou de fato avançando? Sim, vamos ser mais exigentes nas políticas. Pois quanto mais exigentes formmos, mais rapidamente nossa sociedade vai conseguir progredir de fato e não apenas ajustar problemas.
Outro ponto a questionar é que, depois do acesso, ricos e pobres (estou colocando nessa dicotomia para deixar mais explícito) acessarão igualitariamente a internet? Muito provavelmente não. Aí, em um chute meu (economistas adoram fazer isso =D), que a qualidade do material acessado deve ser positivamente correlacionado com a educação das pessoas. Ou seja, a desigualdade é corrigida de certa forma mas exposta em mais uma dimensão. A educação das pessoas.
Enfim, divaguei sobre o tema para voltar para a minha ideia sobre políticas, cobranças sobre o poder público e a minha principal opinião em relação a desigualdade social no Brasil. A educação está em sua causa primordial. Por isso votei no Cristovam Buarque para presidente nas últimas eleições e fico triste por ele não estar concorrendo agora.
Espero ter complicado mais do que ajudado =P
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